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Alta performance.

Como conciliar uma rotina de 12 horas de trabalho com treinamentos dignos de um esportista profissional ? A bordo de um Jetta, um executivo e triatleta conta como é seu dia a dia.

Texto Diogo Antonio Rodriguez
Fotos Diego Cagnato

Cinco da manhã. Esse é o horário em que normalmente começa a rotina de Odair Mofato Jr., 38 anos, superintendente de crédito digital de uma grande instituição financeira. Mas muito antes de vestir o terno e “mergulhar” em planilhas e números, o primeiro compromisso do dia é com o esporte. Diariamente, chova ou faça sol, ele encara as pistas ou a piscina em treinos de corrida, bike e natação. Para este executivo paulistano, que tem competição correndo nas veias desde a infância, o esporte não é uma simples válvula de escape para as pressões do trabalho. Também é sinônimo de alto desempenho.

Não à toa uma jornada típica para ele parece durar mais do que as 24 horas regulamentares. Engenheiro civil com pós-graduação em Administração, Odair tem um dia a dia pesado. Após se exercitar por uma hora e meia, logo cedo, ele chega ao escritório entre 8h30 e 9h. “Sou responsável atualmente por todo processo de concessão de crédito no mundo digital. Tenho de lidar com os desafios deste mundo que acelera rapidamente, com a revolução das fintechs (empresas de finanças baseadas em tecnologia), com a mudança de perfil dos profissionais, entre outros. É um setor extremamente competitivo, dentro e fora da empresa.”

Depois de encarar quase 12 horas na frente do computador, sai do trabalho. Mas nada de relaxar na TV. À noite, ele ainda aproveita para praticar uma modalidade diferente daquela feita pela manhã. E, nos fins de semana, são de três a cinco horas de atividade física.


Para falar de desempenho na vida e nas pistas, propusemos a Odair treinar hoje de Jetta, carro que também carrega a alta performance no DNA. Seu motor 1.4 TSI, de 150 cv, alia excelente performance a baixo consumo de combustível. Caso precisasse levar a bicicleta, ela caberia no porta-malas de 510 litros somado ao espaço extra criado pelo rebatimento dos bancos.

“Tenho uma relação com o esporte desde os 6 anos. Comecei jogando bola e, depois, passei para o basquete. Percebi que eu gostava de competir.” Na função de armador, Odair tinha que organizar a equipe e comandar a estratégia de jogo: “Eu gostava bastante disso. Tive convites para jogar no que era o centro do basquete do Brasil na época, em Franca (interior de São Paulo). Acabei não indo porque decidi estudar.”


A corrida apareceu mais tarde, perto dos 18 anos. Não demorou para surgir o interesse por meias-maratonas e maratonas. O triatlo foi um passo natural e logo Odair se tornaria um ultra-atleta, ainda que nas (poucas) horas vagas.

» Tenho que lidar com os desafios deste mundo, que acelera rapidamente. É um setor extremamente competitivo, dentro e fora da empresa.«

Odair Mofato Jr.

“Hoje treino como alguém que está em alto nível. Sou bastante focado e disciplinado nas coisas que faço e com o exercício não é diferente. A decisão não foi consciente. Na medida em que fui gostando, me aprimorando, fui focando cada vez mais, e isso me levou para uma posição um pouco mais competitiva.”


A grande vantagem dessa “vida dupla” tão intensa são as lições, que acabam transbordando para o escritório. “Uso muita coisa do esporte no trabalho. Acho que a disciplina na atividade física ensina a não desistir no primeiro desafio ou obstáculo que você encontra. Isso dá a capacidade de olhar para as coisas de maneiras diferentes, quando aparece um problema que parece insolúvel, por exemplo. Durante provas e treinos acontecem coisas que você não espera e é possível transferir esses aprendizados.”

O pique de Odair também não passa despercebido por seus colegas. “Muitos acham que eu sou meio maluco. Falam que sou agitado, incansável. Ninguém me diz que não vou conseguir fazer as coisas. Sabem que faço acontecer.”

 

Nesse ritmo, aproveitar o tempo no carro durante os deslocamentos faz toda a diferença. O Jetta Comfortline traz o sistema de infotainment “Composition Media”, que espelha a tela do celular e permite atender a chamadas sem tirar as mãos do volante. A segurança ao dirigir é reforçada pelo controle eletrônico de estabilidade, que mantém o veículo sempre “grudado” ao asfalto, graças aos sensores que monitoram e corrigem a trajetória quando necessário. A dobradinha do motor 1.4 TSI e o câmbio automático de seis marchas garante ótimo nível de conforto. “É um carro com bastante conforto e muita tecnologia, visível e não visível”, observa Odair.

» Uso muita coisa do esporte no trabalho. Acho que a disciplina na atividade física ensina a não desistir no primeiro  desafio ou obstáculo que você encontra. «

TRABALHO EM EQUIPE

Como qualquer atleta de elite, ele tem um verdadeiro staff que o acompanha atentamente. “Embora as provas sejam individuais, tem uma equipe inteira que me ajuda na preparação. Treinadores de corrida, natação, triatlo, nutricionista, endocrinologista. Se necessário, tem massagista.” Após cada treino, Odair manda os dados para um grupo de WhatsApp onde estão todos os profissionais que cuidam de sua saúde. Ali, recebe conselhos e orientações sobre como melhorar a performance.  

» Para mim, o esporte não é um simples passatempo. É uma parte importante de quem sou e de como encaro a vida. «

O registro desse momento de superação, que aconteceu em Florianópolis no ano passado, está bem guardado em um vídeo no seu celular: após 12 horas de prova – que somam 3,8 km de natação, 180 km de ciclismo e 42,2 km de corrida - e visivelmente cansado, Odair cruza a linha de chegada do Ironman, levanta os braços ao céu e, em seguida, ajoelha-se no chão.


“Para mim, o esporte não é um simples passatempo. É uma parte importante de quem sou e de como encaro a vida”, diz. Tanto é assim que ele vai repetir a dose e já tem compromisso marcado no próximo Ironman, em Florianópolis. Fôlego para se superar ele tem de sobra, seja de tênis ou de terno.

 

Tanta dedicação rendeu várias provas de peso que deixariam muito atleta com inveja: “Já fiz algumas ultra-maratonas e maratonas, mas sem dúvida o mais desafiador foi o Ironman”, diz ele, referindo-se à competição considerada uma das mais difíceis do mundo. “Não só pela prova em si e tudo o que a envolve. Seis meses antes você já está vivendo a competição em todos os treinos. Chegar lá sem nenhum problema de saúde, sem ter levado um tombo de bicicleta, sem uma lesão na musculatura, é um desafio bastante intenso.”